terça-feira, 22 de maio de 2018

Venha Ler, Contextualizar e Fazer Arte!


O Curso e Oficina de Arte-Educação Contemporânea I pretende habilitar ou aprimorar a capacidade de entender, situar, interpretar e experimentar o universo das artes visuais.
O evento é fundamentado na Abordagem Triangular de Aprendizagem, da educadora brasileira Ana Mae Barbosa, pioneira em Arte-Educação.

quinta-feira, 1 de março de 2018

ARTDECO - Cursos e Oficinas de Arte Educação

Sentir emoção ao olhar uma obra de arte é uma questão de sensibilidade, mas também de conhecimento!
  • Diante de uma obra de arte, você é capaz de entender a mensagem que o artista desejou comunicar?
  • Considera-se apto a situar a criação artística no tempo e no espaço? 
  • Está preparado para compreender e experimentar as técnicas de criação artística?
Que tal aprender ou aperfeiçoar essas habilidades?
Os Cursos e Oficinas de Arte-Educação pretendem
capacitá-lo a entender esse maravilhoso universo das artes visuais.







sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

O Sagrado Feminino na Cultura Celta e na Arte de Emily Balivet


Gaia - The Green Goddess
Tenho verdadeira paixão pelo estudo da História e da Arte e, sempre me senti atraída pela história dos povos primitivos indo-europeus – os Celtas – que povoaram a maior parte do Oeste da Europa a partir do segundo milênio a.C.
A cultura celta se propagou na Europa e, hoje é reconhecida como referência na magia, espiritualidade e culto a natureza.
Os celtas entendiam o planeta como um organismo vivo em constante transformação. Essa crença baseava-se na observação e culto a natureza, a Mãe Terra (Gaia na mitologia grega). A mulher era reverenciada pelos celtas, pois era associada a Mãe Terra.
A mulher era vista como um organismo vivo da criação, pois vivenciava mensalmente o ciclo menstrual e tinha poder de gerar vidas. A mulher era a chave do ciclo da vida, nascimento, morte e renascimento.

Menstrual Night
Para os celtas, o importante era o momento presente, a harmonia e o bem-estar do corpo e do espírito.
Em sua imensa sabedoria os celtas compreendiam que o ser humano pertence a natureza e que a vida é uma sucessão de transformações no grande círculo da natureza e que viver é descobrir, experimentar.
A magia sempre esteve presente no cotidiano dos celtas e podia ser praticada por qualquer pessoa, ainda que existisse sacerdotes druidas, organizados num clero.

Mirror Gazing
Eir Norse Goddess of Mercy and Healing

















O caminho da espiritualidade celta pode ser seguido, hoje em dia, por qualquer pessoa. Há pessoas com “espírito celta”, são aquelas que respeitam a natureza e compreendem o ciclo da vida da mesma forma como os celtas, naturalmente.
A espiritualidade e a magia celta é um tema riquíssimo, que merece uma outra postagem.

Sage Goddess
Hoje, ilustro esse texto com as belas imagens de Emily Balivet, uma colorista autônoma que prepara suas tintas e desenvolve cores originais, produzindo pinturas no estilo realismo figurativo há mais de 20 anos.
As criações de Emily detalham figuras divinas femininas mitológicas e de primitivas religiões, como o culto a Mãe terra dos celtas
Sua arte é inspirada nos movimentos artísticos psicodélicos pré-rafaelitas, Art Nouveau, assim como nas paisagens de seu estado natal de Vermont e do Alasca.
Se você gostou das obras de Emily Balivet acesse http://www.emilybalivet.com para conhecer mais o lindo trabalho da artista.

The Nestling  Mother and Child Goddess Art
Winter Goddess
Queen of Pentacles Tarot Art


quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

A Vênus de Willendorf e o Culto a Deusa Mãe

Houve um tempo na Terra em que havia paz e harmonia entre os homens – clãs, tribos, povos...  – e a natureza.  
Naquela época, por vezes, o ventre das mulheres crescia e ao final de algumas luas (o tempo era contado pelas fases da lua) um novo membro do clã nascia dessas mulheres. Os animais, também, geravam filhotes garantindo, assim, alimento para o clã.
A fertilidade era um mistério atribuído a mulher, já que não havia a consciência da participação do homem na reprodução. A mulher era a única responsável pela continuidade do clã.
A mulher alimentava seus filhos com o leite que vertia de seus seios e, ainda, sangrava de tempos em tempos, por alguns dias, mas apesar disso não morria.
Essas “magias” femininas originaram o surgimento de uma crença na “Deusa da Fertilidade”, a Deusa Mãe, que gera a vida, a natureza, a Terra.

Vênus de Willendorf
Representada como uma mulher, a Deusa Mãe, possui formas volumosas, seios fartos e ventre pronunciado, simbolizando a fertilidade da Terra.
A Vênus de Willendorf, uma pequena escultura paleolítica de aproximadamente 11 cm de altura, encontrada em um sítio arqueológico, próximo ao município de Willendorf, na Áustria, é considerada a mais antiga escultura criada pelas mãos humanas.
Esta escultura, desenterrada em 1908, pelo arqueólogo Josef Szombathy, foi esculpida em calcário colorido em ocre e vermelho.


A Vênus de Willendorf é uma das evidências do Culto a Deusa Mãe, da fé sobre a força divina feminina, mas não é a única, cerca de 40 mil pequenas esculturas semelhantes foram encontradas em sítios arqueológicos na África, Europa, Oriente e América Central, todas datadas da Pré-história.
As Vênus foram interpretadas por Marija Gimbutas, arqueóloga lituana conhecida por suas pesquisas sobre o culto a Deusa Mãe, como representações dos poderes geradores da vida.
Segundo a arqueóloga, as esculturas com características femininas exageradas, constituem uma representação religiosa da geradora da vida.
As partes do corpo que nos parecem exageradas ou caricatas são as mais importantes, mágicas e sagradas, a fonte visível e produtiva da continuidade da vida.






domingo, 26 de novembro de 2017

A Natividade de Jesus na Arte Ocidental


A Natividade de Jesus é uma das cenas mais representadas da História da Arte Ocidental.
As imagens são baseadas nas narrativas bíblicas, especialmente nos evangelhos de Mateus e Lucas.
Como os evangelhos não apresentam muitos detalhes quanto ao nascimento de Jesus, os artistas retrataram a cena usando a imaginação e contextualizando a época em que viviam.
Imagens da natividade de Jesus foram encontradas desde a Antiguidade em sarcófagos, na cidade de Roma, alguns desses anteriores à oficialização do Cristianismo pelo imperador romano Constantino, no século IV.


As cenas foram representadas simplesmente, o Menino Jesus em uma cesta ou em palha, acompanhado do boi e do jumento. Ainda que os animais não tenham sido mencionados nos evangelhos.
A mãe de Jesus, Maria, surge com maior frequência em representações da natividade a partir do século V, já o pai de Jesus, José, não é retratado com a mesma constância.


As representações da natividade de Jesus abrangem diferentes formas de retratar Maria e o Menino. São composições que concebem a Madona e o Menino em cenas alegóricas.


São inúmeras as representações da natividade de Jesus encontradas na web. Selecionei algumas imagens, entre as mais belas que encontrei, para compartilhar aqui com vocês e lembrar que o Natal é a celebração do nascimento do Menino Jesus.










Detalhes decorativos de Natal.



É com prazer que nesta época do ano decoro a casa para o Natal.
Cada cantinho recebe um detalhe especial para deixar a casa no clima natalino.
A árvore é a estrela principal, mas ao seu lado o presépio iluminado dá sentido a decoração, afinal não pode faltar o aniversariante!
Compartilho aqui com vocês a decoração de Natal que preparei este ano para receber amigos e família.






segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Como Montar e Decorar a Árvore de Natal

Montar e decorar a árvore de Natal pode ser uma tarefa agradável quando seguimos alguns passos que facilitam o trabalho.
O pinheiro é a estrela principal na decoração de Natal e a montagem correta e a disposição harmoniosa dos enfeites nos galhos conferem bom gosto à decoração.
Seguindo as dicas a seguir, sua árvore de Natal vai ficar linda e, com certeza, receberá muitos elogios. Então, mãos à obra!


Ao escolher o pinheiro dê preferência a um modelo artificial, além de ser ecologicamente correto é reutilizável e possui os galhos aramados que suportam o peso dos enfeites e mantém o equilíbrio da árvore.
Quanto as cores dos enfeites é possível escolher entre os tradicionais vermelho, verde, dourado ou prata ou uma composição monocromática, ou ainda, cores que combinem entre si.

Para começar, monte a base da árvore (pés) e abra todos os galhos de forma simétrica.
Inicie a decoração colocando os pisca-piscas, já ligados, de baixo para cima, prendendo as luzinhas nos galhos em torno da árvore. Manter os pisca-piscas ligados facilita a visualização dos espaços a serem preenchidos.


Coloque os laços de fitas amarrando-os nos galhos de forma proporcional, distantes um do outro.
As bolas de Natal podem ser colocadas embaixo dos laços. A harmonização cria um belo efeito.


Agora comece a preencher os espaços vazios prendendo os enfeites maiores aos galhos, como papais-noéis, bonecos de neve, duendes, fadas, sempre de maneira uniforme.


Adicione ramos e flores entre os galhos do pinheiro para conferir maior naturalidade  à decoração e tornar a árvore mais robusta.

                   

Afaste-se da árvore para visualizá-la e observe os espaços a serem preenchidos com os enfeites menores.

                  



No alto da árvore posicione uma ponteira ou uma estrela, ou um grande laço de fita. Para finalizar, cubra a base da árvore de Natal com uma saia, conferindo um lindo acabamento à decoração. 
Espero que com essa dicas você consiga montar uma linda árvore de Natal!


Detalhe da saia.


Feliz Natal!