quinta-feira, 2 de março de 2017

Meus Gifs Preferidos de Páscoa


Adoro gifs animados -Graphics Interchange Format (em português, "Formato de intercâmbio de imagens"). 
Para entrar no clima da Páscoa compartilho com você os meus gifs preferidos sobre o tema.
Que a alegria da Páscoa habite nossos corações envolvendo a todos com amor e paz.



























           























       






sábado, 14 de janeiro de 2017

O Simbolismo da Água na Arte Surrealista

O Navio (1942/3), de Salvador Dalí

Quem me conhece sabe que, como professora de História, sempre fui apaixonada pela História da Arte.
Tenho um gosto bem eclético, aprecio diversas formas de expressão artística e diferentes movimentos artísticos. Desde os Pré-Rafaelitas, como John William Waterhouse até os Surrealistas como Salvador Dalí e René Magritte, chegando aos representantes do Surrealismo atual, como o pintor russo Vladmir Kush, considerado um dos maiores artistas contemporâneos.
Inclusive, Kush recebeu em 2011 o prêmio de melhor artista na categoria pintura, no Artistes du Monde, em Cannes, na França.

O Diário de Descobrimentos (20130, de Vladmir Kush

O Movimento Surrealista surgiu na França, no início do século XX e foi influenciado pelas teses de Sigmund Freud, o pai da psicanálise. Freud procurou demonstrar em seus estudos a importância do inconsciente na criatividade humana. 
Segundo Freud, o homem deve desprender sua mente da lógica atribuída pelos padrões comportamentais e morais impostos pela sociedade, dando lugar aos sonhos e as informações do inconsciente.
Foi através da pintura que as teses freudianas foram melhor expressadas. Sonhos, fantasias, incoerências, compõem as bases das criações surrealistas.
É interessante observar que desde Salvador Dalí e René Magritte a água é um elemento recorrente nas obras de arte surrealistas.

Invenção Coletiva (1934), de René Magritte

As criações representam de formas diversas a simbologia sobre a água que povoa o imaginário humano desde tempos remotos.
As alegorias surrealistas aproximam as culturas e interpretam aspectos da vida.
Na Psicanálise a água representa o feminino, o inconsciente, a alma e os sentimentos.
A água é tanto dinâmica, ativa quanto caótica, confusa, movimentando-se em forma de ondas que representam o movimento da vida, desde seus aspectos mais suaves aos mais tempestuosos.

Espírito do Mar, de Érica Wexler

As obras de arte reproduzidas aqui têm em comum a representação do elemento água que suscita diversas interpretações.
Aprecie as pinturas surrealistas e tente decifrar a mensagem que cada artista desejou comunicar.

O Sol Ajusta a Vela, de Rob Gonsalves

Criador de Realidade (2012), de Svetoslav Stoyanov




domingo, 25 de dezembro de 2016

Meu Natal Shabby Chic

Decoração no estilo que remete ao passado com um “tok” de romantismo e simplicidade.
A cor rosa representa afeição, compreensão, companheirismo e amor verdadeiro, sentimentos bons que desejamos cultivar ao longo de 2017.
A harmonia das cores neutras, as rendas, pérolas, flores e fitas caracterizam o jeito Shabby Chic de Ser, que tanto amo! 
Decoração "handmade", com carinho e dedicação para celebrar o nascimento de Jesus, a vida, o amor e a família!
Feliz e Abençoado Natal a todos!

  



sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Era uma vez... um simpático biscoitinho!

By Pamela House

A época de Natal remete a infância e aos contos natalinos.
Pensando em fazer biscoitos de Natal lembrei de contar aqui a história do Gingerbread Man, aquele biscoitinho simpático que tem a roupa decorada com botões de balas ou pequenas guloseimas e a barra da calça com glacê. Hummm...
É uma bonita história para contar às crianças enquanto elas ajudam a produzir os deliciosos biscoitos de especiarias (receita abaixo).
Volte a ser criança e imagine as aventuras do Gingerbread Man!


Era uma vez...
Uma velha senhora e seu velho marido que estavam com fome. Então, a velhinha resolveu fazer um biscoito de gengibre, em forma de boneco e colocou-o no forno para assar.
Quando a velhinha abriu o forno, para tirar o biscoito, o Gingerbread Man pulou da forma e saiu correndo pela janela que estava aberta.
A velha senhora e seu velho marido, então, gritaram: “Pare! Pare! Estamos com fome e vamos comê-lo! ”. E o Gingerbread Man respondeu: “Corram! Corram o mais rápido que puderem! Vocês não podem me pegar! Eu sou o Gingerbread Man! ”.
Enquanto corria, o Gingerbread Man encontrou um porco que lhe disse: “Pare! Pare! Eu quero comer você! ”. E o biscoito respondeu: “Corra! Corra o mais rápido que puder! Você não pode me pegar! Eu sou o Gingerbread man! ”.
Mais à frente, o Gingerbread Man encontrou uma vaca faminta, que também queria comê-lo. E ele repetiu: “Corra! Corra o mais rápido que puder! Você não pode me pegar! Eu sou o Gingerbread Man! ”.
E todos corriam atrás do Gingerbread Man: a velhinha, o marido da velhinha, o porco e a vaca, mas ninguém conseguia alcançá-lo.
E, então, um cavalo também viu o Gingerbread Man e disse: “Pare, homenzinho! Eu quero comê-lo! ”. E o Gingerbread Man falou mais uma vez: “Corra! Corra o mais rápido que puder! Você não pode me pegar! Eu sou o Gingerbread Man! ”
Então, o cavalo também começou a correr atrás do Gingerbread Man.
Mas o pior foi quando o Gingerbread Man percebeu que estava correndo em direção ao rio: “Oh, não! O rio! Agora eles vão conseguir me pegar! Como eu vou conseguir atravessar o rio? ”. E foi nesta hora que uma esperta raposa saiu de trás de uma árvore e disse: “Eu posso ajudar você a atravessar o rio. Pule no meu rabo e eu nado até o outro lado. ”
O Gingerbread Man, desconfiado, perguntou à raposa: “Mas você não vai querer me comer? ” E ela respondeu; “Claro que não! Eu só estou tentando ajudar! ”. O biscoito, então, acreditou na raposa e pulou no seu rabo. Mas a raposa disse: “Você é muito pesado. Pule nas minhas costas, para eu poder nadar.”. E ele pulou. Quando estavam no meio do rio, a raposa disse: “Você é muito pesado. Pule no meu focinho! ”. E o Gingerbread Man pulou no focinho da raposa.
Quando chegou à outra margem, a raposa jogou o Gingerbread Man para o alto, com a intenção de agarrá-lo com a boca, para poder matar a sua fome. Mas o biscoito era mais esperto do que a raposa e saiu correndo, dizendo: “Corra! Corra o mais rápido que puder! Você não pode me pegar! Eu sou o Gingerbread Man! ”.
Mas a raposa escorregou na margem do rio, caiu na água e foi levada pela correnteza. E assim, desde esse dia, o Gingerbread Man corre por aí, sem que ninguém consiga pegá-lo. Fim!
Cá entre nós, a lenda original conta que a raposa conseguiu comer o Gingerbread Man, mas as crianças não precisam saber, não é mesmo? Elas merecem um final feliz!

Gingerbread Cookies

Ingredientes:
½ xícara de manteiga em temperatura ambiente
½ xícara de açúcar mascavo
2/3 de xícara de mel
2 ovos
4 xícaras de farinha
½ colher de chá de fermento em pó
½ colher de chá de sal
½ colher de chá de pimenta da Jamaica
½ colher de chá de canela em pó
½ colher de chá de cravo em pó
½ colher de chá de gengibre em pó

Como fazer:
1.    Aqueça o forno a 175 graus.
2.    Em uma tigela grande misture a manteiga e o açúcar até ficar homogêneo.
3.    Junte os ovos e o mel e misture bem. Junte 1 e 1/2 xícaras de farinha, o fermento, as especiarias e misture bem.
4.   Aos poucos, acrescente a farinha restante até formar uma massa consistente.
5.   Em uma superfície enfarinhada, abra a massa com um rolo na espessura de 3 mm. Corte a massa com cortadores de biscoitos nos formatos desejados.
6.   Coloque os cookies, em forma não untada, a uma distância de 2,5 cm entre eles. Asse por 10 minutos no forno pré-aquecido.
7.  Deixe os cookies esfriarem por 5 minutos na própria forma. Em seguida, coloque os biscoitos sobre uma grelha para esfriarem completamente.

Rendimento: aprox.. 60 unidades








sábado, 26 de novembro de 2016

O Natal de Thomas Kinkade

Thomas Kinkade é o artista norte-americano vivo mais colecionado na atualidade.
As pinturas de Kinkade geralmente retratam paisagens bucólicas, como, jardins, casas de campo, águas correntes, bem como lindos cenários de Natal.
Para Kinkade o grande desafio ao pintar cenas de Natal é capturar o espírito da época, o inverno contrastando com o calor familiar e  o sentimento fraternal entre as pessoas.
Alguns críticos acusam o artista de ter “se vendido”, por comercializar sua arte. Outros consideram suas telas sem profundidade, apesar de belas.
O certo é que, apesar de alguns críticos “torcerem o nariz”, as obras de Kinkade fazem o maior sucesso entre o público.

Christmas Evening, de Thomas Kinkade

Na obra acima, Thomas Kinkade retrata a noite de Natal. A casa acolhedora e iluminada, uma linda guirlanda na porta de entrada, uma lâmpada de gás do outro lado das águas correntes.
Com um pouco de imaginação é possível até imaginar crianças reunidas ao redor da árvore, a família se preparando para saborear uma refeição especial...
Certamente o espírito de Natal está vivo entre as paredes de pedra.
Na obra a seguir, o artista captura a magia da véspera de Natal. Na cena nostálgica, Santa Claus (Papai Noel) deixa na casa de uma família um presente especial, um trem elétrico. Ao fundo, a lareira aquece o ambiente familiar.

Santa's Special Delivery, de Thomas Kinkade

Baseado no Conto de Natal, do escritor Chris Van Allsbuerg, The Express Polar, Kinkade retrata, na pintura abaixo, a história de uma viagem de trem para o Polo Norte e o primeiro presente de um menino que acredita em Papai Noel.
A cena capta a passagem do livro em que Papai Noel e os elfos aguardam o trem que levará os presentes para as crianças na véspera de Natal.

The Express Polar, de Thomas Kinkade 

Para Thomas Kinkade, o Natal é a época mais mágica do ano e, de todos os locais que conhece, não há lugar mais maravilhoso que Biltmore para vivenciar o espírito natalino.
Na obra a seguir, Kinkade retrata o majestoso Castelo Biltmore, construído por George Vanderbilt, em 1895, em Asheville na Carolina do Norte, Estado Unidos.
A propriedade foi idealizada para ser a casa de campo da família Vanderbilt, mas tornou-se residência fixa.
Os jardins do castelo foram criados por Law Olmsted, o mesmo idealizador do Central Park de NY.
O Castelo Biltmore foi aberto ao público em 1930 pelos descendentes de Vanderbilt, que administram a propriedade.
Atualmente o local abriga um hotel e uma vila com lojas, restaurantes, vinícola e espaços de lazer, como acampamento, pesca, ciclismo...
A propriedade possui uma programação anual que inclui o “Natal em Biltmore”.
O Castelo retratado por Kinkade deve ser mesmo um dos melhores lugares para vivenciar o espírito natalino!

Christmas at Biltmore, de Thomas Kinkade

A pintura abaixo remete ao Rockefeller Center, em NY e a iluminação da árvore de Natal mais famosa dos Estados Unidos.
A cena retrata o local durante as férias, patinadores deslizam sobre a neve e giram em frente a estátua dourada de Prometeu, o herói da mitologia grega.

Christmas in New York, de Thomas Kinkade

Na tela seguinte, Thomas Kinkade retrata uma paisagem campestre que celebra o espírito de Natal.
A personagem central é a casa de campo iluminada, que transmite a impressão de lar e família reunida.

Christmas Cottage, de Thomas Kinkade

O Natal sempre foi meu feriado favorito. Eu gosto das manhãs “tostadas”, fios de luzes coloridas e a sensação de casa de campo e lar. Minha coleção Cottage Natal é a minha maneira de celebrar anualmente, em pintura, a época que eu mais amo.

(Thomas Kinkade)

Quer ver mais pinturas de Thomas Kinkade? 
Acesse https://thomaskinkade.com/ 





quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Cartões Postais Antigos de Natal


Adoro cartões postais antigos, especialmente estes com fotos dessa linda menina de olhos misteriosos e sorriso contido.
É Grete Reinwald (1902-83), atriz alemã de cinema mudo mais conhecida  como modelo infantil. 
Grete  ilustrou inúmeros cartões postais entre 1906 e 1914. 
Em tempos de Natal, o rosto de Grete Reinwald estampou muitos cartões postais, como estes que selecionei na web. São muito lindos, aprecie!






 



                                 

   
                           

         

             


A Arte Decorativa e Educativa dos Vitrais

Natividade - Saint Gatien Cathedral - Tours, França

A Arte Vitral nos remete aos tempos medievais, quando foi incorporada a arquitetura gótica.
Nas igrejas medievais, francesas e alemãs, surgiram os primeiros vitrais, que cumpriam uma importante função educativa, ilustrar as passagens bíblicas numa época em que grande parte da população europeia não sabia ler.
A Arte Vitral, portanto, foi fundamental na instrução do catolicismo. As imagens foram criadas para mostrar as pessoas no que elas deveriam crer.
Nas imensas janelas das igrejas os vitrais representavam, com frequência, cenas do Nascimento de Jesus que são celebradas no Natal, entre outras ilustrações bíblicas.

Catedral de Colônia, Alemanha

A arquitetura gótica era elaborada em função do vitral, visando o maior aproveitamento da luz exterior e o máximo de cor no interior das igrejas.
A cor e a luz eram elementos que despertavam a atenção das pessoas em relação as cenas bíblicas retratadas nos vitrais.
O vitral medieval, um mosaico de vidro criado para ser visto à distância, tem um desenho sumário. O objetivo é a beleza do efeito conjunto.
Os contornos de chumbo circundam os vidros coloridos unindo os pedaços, além de realçar as formas das figuras.
A Arte Vitral atrai o olhar do observador pela beleza artística e pela História que representa. 
Ao longo do tempo, os vitrais foram incorporados, também, a outros ambientes como elemento decorativo.

St. Philips Cathedral, Birmingham, Inglaterra


 Natividade, Holy Trinity
Igreja Católica Ucraniana, Youngstown, Ohio, Estados Unidos

Vôo para o Egito, Tiffany Studios.
Igreja Episcopal de São Salvador, Bar Harbor, Estados Unidos